Para o bem ou para o mal, a década de 1980 foi única. Arte, moda, design e comportamento tiveram, talvez, seu último respiro de pura originalidade na chamada de “a década perdida”.
O Baest mostrou exatamente por que é uma banda com potencial praticamente inesgotável: sua energia e disposição para fazer algo que foge do óbvio são completamente fora da curva.
Espero que algum dia possa ver aquele tanquinho de cerveja de novo ao vivo, pois arrisco dizer que este provavelmente foi o melhor show do ano (até o momento).
O evento era também uma ocasião extremamente especial e única para a banda — uma oportunidade de celebrar sua história, suas origens na cena e seu futuro próximo.
Anette Olzon chegou com seu carisma para uma vez mais aquecer os corações de seus fãs e dos fãs de Nightwish de uma fase que deveria ter um reconhecimento maior do que de fato tem.