Trompas, nova banda de Wally, estreia com o single “Ten Year Hate”

Trio aposta em sludge e stoner para apresentar som denso e antecipar o EP “Anxiety”

Crédito foto: Cristiano Seifer

via Agência 1a1


O vocalista e guitarrista Wally (ex-CPM22) ressurge com o Trompas, nova banda que marca seu retorno à cena com uma proposta densa, direta e existencial, baseada no peso arrastado do sludge e do stoner, com elementos de punk.

O primeiro lançamento é o single
“Ten Year Hate”, já disponível nas plataformas digitais e clipe no YouTube. 

"Ten Year Hate” é um retrato cru de desgaste, repetição e do acúmulo emocional ao longo do tempo. É sobre o que sobra depois da raiva, a tensão concentrada, a repetição de ideias, o ruído interno. Um grito que chega em um estágio mais maduro da vida dos músicos e de Wally.


Conhecido por ser um dos fundadores do
CPM22, Wally retoma sua trajetória no underground e na música pesada após anos de silêncio, agora explorando uma sonoridade hipnótica, arrastada, grave e densa. Sludge e Stoner usam muito a repetição como linguagem: a ideia de desgaste e insistência que casa com o tema das letras.


A proposta do Trompas dialoga com referências como
Black Sabbath, Nirvana, Crowbar, Mastodon e Monolord, sem recorrer a uma lógica nostálgica.


Trompas e as raízes no Astafix 


No Trompas, Wally reencontra seu parceiro de Astafix, o baterista 
Thiago Caurio. Astafix teve papel relevante na cena metal brasileira dos anos 2010, com forte presença no circuito underground, lançamentos consistentes e participação em festivais e turnês ao lado de nomes nacionais e internacionais.


Integra também o Trompas o baixista 
Benhur Lima, que por sua vez divide com Caurio o Atomic Elephant, power trio de metal instrumental de performance diferenciada e criativa.


Trompas foi formado em 2024 e esse círculo virtuoso de conexão prévia e amizade sustenta a banda que se divide entre São Paulo e Porto Alegre. Todos músicos possuem passagem por grandes nomes da cena como 
Distraught, no caso de Caurio, e Benhur, o Hibria.


A banda se posiciona a partir de uma estética contida e levemente provocadora com seus músicos mais experientes e com um olhar maduro da vida.


Por que Trompas?


O nome Trompas remete à origem ancestral dos instrumentos de sopro, quando chifres de animais eram usados como forma de comunicação e sinalização. Com o tempo, esses tubos evoluíram em materiais e forma, ganhando corpo de outros materiais e potência. A escolha do nome da banda carrega essa ideia de origem, de força e chamado por um som primitivo que atravessa o tempo e chega, hoje, com peso e intensidade.


Essa característica é transposta para a linguagem da banda: um som robusto, encorpado, expansivo, definitivamente grave e até mesmo, não de forma direta, ancestral.


Não é um nome fácil de entender à primeira vista e pode ser confundido com “trompa, o instrumento de sopro de metal, e até mesmo trompas de falópio, mas quando pensei num símbolo, pensei nesse vigor desses chifres que tinham um significado profundo e são um símbolo bem ‘heavy’ mesmo”, explica Wally. 



O EP de estreia: Anxiety


O single "Ten Year Hate" antecipa o EP “Anxiety”, com lançamento previsto para junho e que seguirá na linha temática ligada ao desgaste das relações, frustração e apagamento progressivo de memórias e vínculos.


Siga Trompas:

www.instagram/trompas_music



EPK Trompas:

https://bit.ly/epk-trompas

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